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Presidente dos Direitos Humanos, Elizeu Simões Filho repudia ditadura comunista em Cuba

 

Uma multidão tomou as ruas de Cuba, no último domingo (11) para manifestar sua insatisfação contra o regime ditatorial comunista e a crise no sistema de saúde que a ilha atravessa. Especialistas disseram que o protesto foi o maior protesto da história recente no país.


Com gritos de palavras de ordem como “liberdade”, “pátria”, “vida” e “abaixo a ditadura”, pela primeira vez em mais de 60 anos, pessoas protestaram em cerca ded 20 vilarejos e municípios em toda Cuba.


Sobre o tema, o Coordenador Nacional da Federação Brasileira dos Direitos Humanos, Elizeu Rosa, emitiu uma nota para repudiar os atos ditatoriais que vem sendo cometidos pelo Governo de Cuba. Nos últimos anos o povo cubano tem sofrido com a escassez de alimentos, restrições às liberdades civis e a forma como as autoridades locais estão lidando com a grave crise econômica que assola o país a décadas e de saúde do país.


Os protestos tiveram início no município de San Antonio de Los Baños e se estenderam por cidades como Palmas Soriano, Havana, Guira de Melena e Alquízar, ambas da província de Artemisa.


A manifestação popular que entra para a história de Cuba, foi transmitida ao vivo pelos usuários do Facebook e acontece devido a uma crise sem precedentes na área da saúde e economia.


Com cantos em espanhol e palavras de ordem, a população disse não temer o regime totalitário liderado por Miguel Diaz Canel e exigiram do chefe do executivo o acesso às vacinas contra a Covid-19 e o fim do comunismo.


Com ampla cobertura da imprensa internacional,inclusive da agência de notícias EFE, que considerou como sendo o maior protesto do país nos últimos 27 anos, desde o famoso “Maleconazo” de 1994, no meio da crise econômica do chamado “Período Especial”.

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Presidente dos Direitos Humanos, Elizeu Simões Filho repudia ditadura comunista em Cuba

 

Uma multidão tomou as ruas de Cuba, no último domingo (11) para manifestar sua insatisfação contra o regime ditatorial comunista e a crise no sistema de saúde que a ilha atravessa. Especialistas disseram que o protesto foi o maior protesto da história recente no país.


Com gritos de palavras de ordem como “liberdade”, “pátria”, “vida” e “abaixo a ditadura”, pela primeira vez em mais de 60 anos, pessoas protestaram em cerca ded 20 vilarejos e municípios em toda Cuba.


Sobre o tema, o Coordenador Nacional da Federação Brasileira dos Direitos Humanos, Elizeu Rosa, emitiu uma nota para repudiar os atos ditatoriais que vem sendo cometidos pelo Governo de Cuba. Nos últimos anos o povo cubano tem sofrido com a escassez de alimentos, restrições às liberdades civis e a forma como as autoridades locais estão lidando com a grave crise econômica que assola o país a décadas e de saúde do país.


Os protestos tiveram início no município de San Antonio de Los Baños e se estenderam por cidades como Palmas Soriano, Havana, Guira de Melena e Alquízar, ambas da província de Artemisa.


A manifestação popular que entra para a história de Cuba, foi transmitida ao vivo pelos usuários do Facebook e acontece devido a uma crise sem precedentes na área da saúde e economia.


Com cantos em espanhol e palavras de ordem, a população disse não temer o regime totalitário liderado por Miguel Diaz Canel e exigiram do chefe do executivo o acesso às vacinas contra a Covid-19 e o fim do comunismo.


Com ampla cobertura da imprensa internacional,inclusive da agência de notícias EFE, que considerou como sendo o maior protesto do país nos últimos 27 anos, desde o famoso “Maleconazo” de 1994, no meio da crise econômica do chamado “Período Especial”.