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PF cumpre mandados em operação contra tráfico de drogas em aviões da FAB

 Operação ocorre quase dois anos após militar da Aeronáutica ter sido preso na Espanha com 39 quilos de cocaína traficado em missão presidencial

Redação
Foto: Ilustrativa/ Divulgação/PF
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (2) uma operação que investiga um esquema de tráfico internacional de drogas em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A ação envolve o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão e dois mandados de restrição de comunicação entre os investigados.
De acordo com informações da Agência OGlobo e do Valor, os alvos da Operação Quinta Coluna também estão impedidos de deixar o Distrito Federal. A linha de
investigação adotada aponta para diversas estratégias do grupo criminoso para tentar ocultar os bens adquiridos por meio do tráfico de drogas, entre eles veículos e imóveis.
A operação ocorre quase dois anos após um segundo-sargento da Aeronáutica ter sido preso no aeroporto em Sevilha, na Espanha, por portar 39 quilos de cocaína em sua bagagem. O material estava sendo traficado dentro de um avião da FAB a serviço de missão presidencial. Na época, o presidente Jair Bolsonaro viajava para participar de reuniões do G-20 no Japão.
O militar, segundo a Agência O Globo e o Valor, atuava como comissário de bordo em voos oficiais da Aeronáutica. O posto que ocupava garantia um salário bruto de R$ 7,2 mil. Um tribunal de Sevilha o condenou no ano passado.
As penas previstas para crimes de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, investigados na operação, variam de três a dez anos de prisão.
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 Operação ocorre quase dois anos após militar da Aeronáutica ter sido preso na Espanha com 39 quilos de cocaína traficado em missão presidencial

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (2) uma operação que investiga um esquema de tráfico internacional de drogas em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A ação envolve o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão e dois mandados de restrição de comunicação entre os investigados.
De acordo com informações da Agência OGlobo e do Valor, os alvos da Operação Quinta Coluna também estão impedidos de deixar o Distrito Federal. A linha de
investigação adotada aponta para diversas estratégias do grupo criminoso para tentar ocultar os bens adquiridos por meio do tráfico de drogas, entre eles veículos e imóveis.
A operação ocorre quase dois anos após um segundo-sargento da Aeronáutica ter sido preso no aeroporto em Sevilha, na Espanha, por portar 39 quilos de cocaína em sua bagagem. O material estava sendo traficado dentro de um avião da FAB a serviço de missão presidencial. Na época, o presidente Jair Bolsonaro viajava para participar de reuniões do G-20 no Japão.
O militar, segundo a Agência O Globo e o Valor, atuava como comissário de bordo em voos oficiais da Aeronáutica. O posto que ocupava garantia um salário bruto de R$ 7,2 mil. Um tribunal de Sevilha o condenou no ano passado.
As penas previstas para crimes de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, investigados na operação, variam de três a dez anos de prisão.