Proposta previa a criação de classes dentro do órgão, o que, para distritais, geraria aumento de despesas com os servidores
GIOVANNA BEMBOM/METRÓPOLES
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ACâmara Legislativa (CLDF) devolveu à Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), nesta segunda-feira (07/10/2019), o Projeto de Lei n° 654/2019, que previa alterações na carreira dos defensores e, consequentemente, o aumento de despesas com salários. A decisão foi do Colégio de Líderes, que considerou a matéria fora de contexto em um momento de crise financeira para o DF.
De acordo com a proposta, as nomenclaturas dos defensores passariam a ser feitas por classes, o que, na visão dos distritais, aumentaria os vencimentos dos servidores públicos.
“É uma medida louvável, mas não há condições no atual momento do Distrito Federal, exatamente quando o governo está começando a ajustar suas contas. Vamos mandar de volta e pedir para que mandem em outra oportunidade”, apaziguou o vice-presidente da Câmara Legislativa, Rodrigo Delmasso (Republicanos).
A DPDF explicou que não se trata de reajustes salariais, mas sim de autorização para promoção de servidores. Atualmente, elas ocorrem apenas por antiguidade, quando os cargos superiores se tornam vagos. Segundo a nota, alguns defensores estão há 11 anos sem promoção por causa do engessamento das regras.
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