Chefe de Gabinete
O salário base do chefe de gabinete é de R$ 6.000. No entanto, com a gratificação, esse valor dobra, chegando a R$ 12.000. A situação é ainda mais extrema no caso de Cátila Priscila de Jesus Silva, cuja remuneração saltou de R$ 6.000 para R$ 16.000, com uma gratificação de R$ 10.000. É de se perguntar: você, cidadão de Simões Filho, recebe uma gratificação dessa magnitude? Recebe um aumento tão generoso assim? Parece que a prefeitura de Simões Filho está nadando em dinheiro.
Assessora Chefe de Comunicação
A situação não é diferente para a assessora chefe de comunicação. Desde o início da gestão e até durante a pandemia, ela tem recebido gratificações generosas. O próprio prefeito justificou que ela acorda cedo e trabalha muito. Seu salário base é de R$ 9.600, mas com as gratificações, ultrapassa R$ 19.200, um valor maior que o salário de muitos secretários.
Secretários e seus super salários
O salário de um secretário é de R$ 15.000, mas mesmo esse valor é aumentado por gratificações. A secretária Simone Oliveira, por exemplo, recebe R$ 19.750, com quase R$ 5.000 de gratificação.
Realidade da População
Enquanto isso, o transporte na cidade é precário, a população de Simões Filho enfrenta dificuldades para encontrar medicamentos em hospitais e postos de saúde, e qualquer chuva causa alagamentos. Os cidadãos de Simões Filho sofrem com a falta de infraestrutura básica enquanto os altos funcionários da prefeitura recebem salários e gratificações exorbitantes.
Com a Palavra, o Prefeito Diógenes Tolentino
A situação financeira da prefeitura de Simões Filho merece uma explicação. É justo que os altos funcionários recebam gratificações tão elevadas enquanto a população enfrenta tantos problemas? O prefeito Diógenes Tolentino precisa se manifestar sobre essa questão e explicar como a gestão justifica esses gastos elevados em meio a tantas dificuldades enfrentadas pela cidade.
Falta de Fiscalização, Alinhamento e apoio Espúrio a gestão
A responsabilidade não recai apenas sobre o prefeito Diógenes Tolentino. O presidente da Câmara de Vereadores, Del do Cristo Rei, e os vereadores aliados ao prefeito também devem ser responsabilizados pela falta de fiscalização adequada. O papel do Legislativo é fiscalizar as ações do Executivo e garantir que os recursos públicos sejam usados de maneira transparente e eficiente. No entanto, a aliança entre o presidente da Câmara e os vereadores aliados ao prefeito tem resultado em um alinhamento espúrio, onde interesses políticos parecem sobrepor-se às necessidades da população.
Este alinhamento prejudicial impede uma fiscalização rigorosa e efetiva, permitindo que os altos salários e gratificações continuem sendo pagos enquanto os serviços essenciais para a população ficam em segundo plano. É imperativo que o presidente da Câmara e os vereadores aliados reconsiderem sua posição e passem a atuar verdadeiramente em favor dos cidadãos de Simões Filho.
Conclusão
A população de Simões Filho merece respostas e ações imediatas para corrigir as injustiças e melhorar a qualidade de vida na cidade. É hora de os líderes municipais, tanto do Executivo quanto do Legislativo, agirem com responsabilidade e transparência. Com a palavra, o prefeito Diógenes Tolentino, o presidente da Câmara Del do Cristo Rei, e todos os vereadores que devem cumprir seu dever de fiscalizar e trabalhar pelo bem-estar dos cidadãos.
Fonte: Vídeo da Piatã, Portal da Transparência e Rede Sociais
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