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Crise Institucional em Simões Filho: Falta de Credibilidade no Judiciário e a Democracia em Risco

A cada dia que passa, a sociedade simõesfilhense testemunha a crescente perda de credibilidade nos Três Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. A crise política, financeira e social se intensifica, levando muitos a atos de desespero, agravando ainda mais o clima de insegurança e ameaçando a própria Democracia.

Em meio a esse caos institucional, uma denúncia grave vem à tona. O bacharel em Direito e operador jurídico em Políticas Públicas e Eleitoral, Paulo Pessoa, protocolou nesta quarta-feira (19) uma representação na Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O alvo da acusação é o Juiz da 33ª Zona Eleitoral, que, segundo Pessoa, estaria negligenciando suas funções ao não emitir o trânsito em julgado em dois processos cruciais para a justiça eleitoral e para o futuro de Simões Filho.

Os processos em questão são a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por Abuso de Poder Econômico e Político, que tem como réus o ex-prefeito Dógenes Tolentino Oliveira (Dinha) e a chapa majoritária eleita, composta pelo atual prefeito Del do Cristo Rei e sua vice-prefeita Simone Costa, que também ocupa o cargo de Secretária de Administração Pública.

Além disso, Paulo Pessoa também cobra providências sobre outra denúncia gravíssima, esta peticionada pelo Ministério Público, através da Promotora de Justiça Eleitoral. O caso envolve a AIJE referente às Cotas de Gênero, que, segundo a denúncia, apresenta provas robustas e inequívocas de fraude eleitoral, embasadas na Súmula 073 do TRE.

O silêncio da Justiça Eleitoral sobre esses casos não apenas mina a confiança da população nas instituições, mas também reforça a sensação de impunidade que assola Simões Filho. “Estaremos aguardando que a Corregedoria do TRE se manifeste conforme o ordenamento jurídico e dentro dos prazos estabelecidos, para que a sociedade simõesfilhense possa resgatar sua dignidade e voltar a respeitar as Leis e nossa Constituição”, declara Paulo Pessoa.

O povo de Simões Filho exige respostas e justiça. A democracia está em risco e não podemos permitir que o silêncio conivente de autoridades comprometa o futuro da cidade. A sociedade civil, a imprensa e os órgãos competentes devem se mobilizar para garantir que a lei seja cumprida e que os responsáveis respondam pelos seus atos.

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